missão

Contribuir para a integração harmoniosa do homem ao ambiente, doméstico e profissional, através da oferta de melhorias e soluções, com produtos duráveis e serviços inovadores, no setor mobiliário.

visão

Ser reconhecida pelo mercado por oferecer a melhor solução em mobiliário, nos segmentos corporativos e residencial, com qualidade diferenciada em produtos e serviços, através de gestão qualificada e focada em sustentabilidade.

princípios e valores

A transmissão e a busca permanente das melhores práticas depende exclusivamente de nossos colaboradores, cujos interesses pessoais não devem conflitar ou sobrepor os interesses da empresa e da sociedade.

O sucesso do nosso negócio depende do constante aprimoramento dos princípios e valores abaixo assinalados:
1. Surpreender e respeitar os usuários e clientes que receberão a melhor solução em produtos e serviços, na qualidade ofertada, na quantidade e prazo combinados.

2. Estimular o bom desempenho de nossos colaboradores, mantendo o respeito pelo indivíduo, compartilhando o conhecimento e as responsabilidades, sempre de forma transparente;

3. Estabelecer parcerias com nossos fornecedores, baseadas na mútua confiança e agregando conhecimento e valor;

4. Comprometer-se com os resultados, atingindo e superando as metas. Este esforço é a base para o crescimento e sustentáculo da perpetuidade do próprio negócio;

5. Zelar pelo meio ambiente, respeitando-o, prevenindo e reduzindo os impactos nocivos à natureza, através de processos e da aplicação de tecnologias voltadas ao desenvolvimento sustentável.

política da qualidade

Todos os processos comerciais, operacionais, e de apoio, inseridos no escopo de relacionamento com o cliente, devem pautar pela busca constante da otimização de seus custos, da introdução de inovações e da melhoria contínua da eficácia do Sistema de Gestão da Qualidade.

O nosso êxito será o reconhecimento do mercado que, ao escolher nossa solução, perceberá não só a durabilidade de nossos produtos, a qualidade de nossos serviços mas também a melhor relação custo/benefício.

E este êxito é o caminho do crescimento de nosso negócio. Criará autoconfiança e satisfação para todos nós, como indivíduos, e grande oportunidade de desenvolvimento profissional.

 

meio ambiente

. gestão de resíduos

O resíduo industrial gerado no processo produtivo da Synthesis, antes de ser descartado ou enviado para tratamento, passa por uma análise do resíduo em laboratório afim de se identificar sua composição e assim seja aplicada a melhor e mais viável tecnologia de destinação final.

A empresa segue rigorosamente todos os procedimentos de gestão de resíduos, encaminhando os mesmos para tratamento e/ou eliminação de acordo com as normativas da CETESB, possuindo todos os respectivos certificados de movimentação de resíduos de interesse ambiental. Na fábrica em Guarulhos (Bacia Hidrográfica do Alto Tietê) existe uma estação de tratamento de efluentes químicos gerados no processo produtivo, onde também é realizada a separação e destinação dos resíduos industriais classes I, II e IIA conforme descrito abaixo:

35% co-processamento
25% aterros industriais credenciados e licenciados pelos órgãos ambientais
25% reciclagem
10% reutilização como matéria prima
05% incineração

Descrição das tecnologias aplicadas nos resíduos gerados no processo industrial.

1. Co-Processamento: É a destruição térmica de resíduos em fornos de cimento. Seu diferencial é ser uma solução aliada à sustentabilidade, por causa do aproveitamento do resíduo como combustível alternativo pelo potencial energético da matéria e também por ser substituto de matéria-prima na indústria cimenteira.  

2. Aterro industrial: É uma solução ambientalmente segura para a disposição final de resíduos classes I, IIA e IIB. Os aterros são construídos com tecnologia de ultima geração de impermeabilização de solos, adotam técnica de confinamento total de resíduos, possuem drenagem e tratamento de efluentes líquidos e gasosos e são continuamente monitorados para a máxima segurança ambiental.  

3. Reciclagem: A reciclagem é o termo genericamente utilizado para designar o reaproveitamento de materiais beneficiados como matéria-prima de um novo produto. Muitos materiais podem ser reciclados e os exemplos mais comuns são o papel, o vidro, o metal e o plástico. As maiores vantagens da reciclagem são a minimização da utilização de fontes naturais, muitas vezes não renováveis; e a minimização da quantidade de resíduos que necessita de tratamento final, como aterramento ou incineração.

4. Reutilização: É usar um produto mais de uma vez, independente se será reutilizado na mesma função ou não. A reutilização por si só não resolve os problemas relacionados com os resíduos, mas contribui em sua gestão, por aproveitar matéria prima e também a necessidade de nova exploração de recursos naturais.

5. Incineração: As unidades de incineração têm a capacidade de destruição segura de resíduos sólidos, líquidos e pastosos de alta periculosidade. É o processo de destruição via oxidação térmica realizado em altas temperaturas de 800 a 1200 °C. A incineração do lixo hospitalar não é obrigatória como meio de tratamento, porém é considerada a melhor alternativa de tratamento, pelos seguintes fatores:

  • Reduz drasticamente o volume de resíduo, sobrando uma pequena quantidade de cinzas;
  • É um processo simples apesar de crítico quanto ao cumprimento dos procedimentos operacionais;
  • Como desvantagem, existe a emissão de compostos tóxicos como as dioxinas e furanos, caso a usina não seja projetada e operada adequadamente.

 

meio ambiente

. gestão das matérias-primas

  • MDF: Aglomerado e seus subprodutos, adquiridas exclusivamente de fornecedores com Certificados de Cadeia de Custódia, produtores de derivados de florestas naturais e/ou plantações bem manejadas aprovadas pelo Forest Stewardship Council. (Pinus e Eucalipto)
  • Aço: Material reciclável, a sucata é vendida para reciclagem.
  • Madeira: a empresa não trabalha com laminados de madeira natural.
  • Alumínio: Material reciclável, a sucata é transformada em novos produtos pelo próprio fornecedor da matéria prima.
  • As cabines de pintura são equipadas com cortinas de água para minimizar a poluição.
  • O sistema de exaustão das máquinas da marcenaria são equipados com filtros manga para impedir a dispersão de elementos particulados.




     

Histórico

1940

Nascida em São Paulo e fundada pelo então diretor da Olivetti no Brasil, Engenheiro Aldo Magnelli. De montadora de máquinas Olivetti, a empresa aos poucos amplia sua gama de produtos incorporando estantes desmontáveis para estocagem industrial, estantes biblioteca, poltronas com mecanismo “giroflex” e fichários horizontais. Organizada segundo critérios europeus, com produção em série, linha de montagem, torna-se a primeira fábrica moderna de móveis do País.

Nesta década, lança a primeira mesa totalmente desmontável, capaz de 234 combinações diferentes e que conceitualmente é atual até hoje. É a primeira empresa do setor a instalar um ambiente completo, configurando o primeiro Sistema de Mobiliário para Escritórios do Brasil.

Década de 50

Com a entrada da indústria automobilística no País, a moderna estrutura fabril permite que o Eng. Magnelli aceite um desafio como produtor de autopeças e componentes para indústria “branca”. Nesse mesmo período, inicia a produção de cozinhas de aço que fará da marca Securit líder de mercado. O gasogênio auxiliou o país no período de escassez de combustível.

Década de 60 / 70

Sandro Magnelli assume a empresa substituindo o pai e constrói a segunda fábrica, onde o destaque é a marcenaria totalmente automatizada, a mais moderna do País. É lançado o primeiro sistema para escritórios com painéis divisórios eletrificáveis e panorâmico: Tecnoramic.

Porta-pallets, sob licença canadense e mezzaninos, completavam a linha.

A empresa lança a cozinha Residence, licenciado por Boffi Cucine, com a colaboração de Pier Ugo Boffi, totalmente em madeira.

Década de 70 / 80

A empresa torna-se exportadora, abrindo filial em Houston, e obtém premio nos USA. Escrivaninhas em madeira de lei, jacarandá, pau ferro, sucupira e marfim fazem sucesso no mundo.

Década de 80 / 90

Período de grandes dificuldades, alta inflação no país, a empresa consegue se manter em atividade e cria o sistema Componível, uma síntese de modelos de mobiliários para escritórios panorâmicos, vendido em grandes volumes. Inicia-se a produção da cadeira 40/4 do designer norte-americano David Rowland, um clássico do design internacional, hoje parte do acervo do Museum of Modern Art de New York, dentre outros.

Década de 90

A empresa inova na introdução de produtos com maior valor agregado, mantendo os atributos de seus produtos. O produto da marca Securit foi feito para durar e continuou ao longo das décadas. Introdução maciça de perfis em alumínio e lançamento dos sistemas de mobiliário de alta tecnologia Element e Network: os primeiros no Brasil a usar painéis divisórios paginados e empilháveis, com saque frontal. Design internacional de Chris Sykes. Até o final dos anos 90, início do novo século, os produtos são paulatinamente eliminados e a empresa concentra-se somente em produtos com durabilidade, tecnologicamente válidos e com inovação.

2000

A produção de sistemas de armazenagem passa por uma evolução importante, o que resultou no lançamento do arquivo deslizante Tango. Segmento novo na marca Securit para feiras, estantes, eventos e lojas, mas também escritórios, do sistema construtivo Clic e Pila, com design internacional de Burkhardt Leitner.

O sistema componível, com as mesas Alfa, é repaginado por Chris Sykes e surge o Sistema de painéis Stand 50. Mesas plataformas surgem no mercado e a Securit também apresenta sua plataforma Connect.

Ao final de 2008, a linha Lynx, design Chris Sykes, entra para o portfólio da empresa.

Século XXI

O histórico da empresa e de seus produtos mostra uma constante preocupação em oferecer o melhor para o seu cliente, seja em produto, seja em solução. Estamos atentos às modificações e necessidades do mercado e mais próximos ao nosso principal foco, o nosso cliente. A mudança da imagem corporativa, na sequência, nos estimulou ainda mais a buscar a concretização de nossa visão.

A nova marca

A marca Securit sempre esteve em sintonia com a cultura do seu tempo. A nova marca chega para traduzir em imagem seu compromisso de mais de 60 anos com o design, com a tecnologia e com o ser humano.

Uma imagem ao mesmo tempo forte e calorosa. Uma assinatura mais sorridente, mais próxima do usuário, mais compatível com os melhores produtos oferecidos pelo mercado moveleiro brasileiro. Na letra “e” vermelha estão concentradas a alegria e o calor que dão vida nova à marca Securit.

A Securit se orgulha de fazer parte da história do design brasileiro do século 20. E continua conectada com o mundo, empenhada em oferecer o melhor do design do século 21. Securit. Design Hoje.

Chico Homem de Melo

 

Uma vez Bill Stumpf disse: "Trabalho melhor sob pressão máxima. Quando estou no ponto em que meu orgulho é dominado, quando sou novamente um inocente. A Herman Miller sabe como me pressionar dessa forma, principalmente porque a companhia ainda acredita, anos após D.J. De Pree ter me dito isso pela primeira vez, que o bom design não é apenas bom negócio; é uma obrigação moral. Isso é que é pressão".

A associação entre Stumpf e a Herman Miller começou em 1970, quando ele se juntou à equipe da Herman Miller Research Corporation. Após estabelecer sua própria empresa em 1972, Stumpf criou a cadeira Ergon, a primeira cadeira de escritório ergonômica. Mais tarde, com Don Chadwick, produziu as inovadoras cadeiras Equa e as icônicas Aeron. Foi também o principal designer do sistema Ethospace.

"Gosto de mim mesmo e expresso isso pelo design", declarou Stumpf em entrevista há alguns anos. "Amo a beleza e a disponibilidade das coisas belas e úteis imediatamente ao meu redor".

Porém, quando olhava ao redor, freqüentemente via designs que "negavam o espírito humano"; arquitetura que reconhecia o dinheiro, e não as pessoas; escritórios que eram "hermeticamente selados em um espaço artificial". Ele lutou constantemente contra tal indignidade ao design, uma batalha que começou nos anos 60 na Universidade do Wisconsin.

"Tudo remonta àqueles dias na Universidade do Wisconsin", declarou recentemente, referindo-se aos anos como pós-graduado que passou estudando e ensinando no Centro de Design Ambiental da universidade. "Tudo dizia respeito a liberar o corpo, eliminando restrições por meio do design".

Foi lá que Stumpf, trabalhando com especialistas em ortopedia e medicina vascular, realizou extensa pesquisa sobre os modos de sentar das pessoas e as formas como elas deveriam fazer isso. Em 1974, a Herman Miller o encarregou de aplicar sua pesquisa aos assentos de escritório. Dois anos depois, a cadeira Ergon foi lançada.

Durante toda a sua vida, Stumpf, que foi figura fundamental na transformação da Herman Miller em uma empresa inovadora, com base em pesquisa e solução de problemas, recebeu inúmeros prêmios por seu trabalho. Mais recentemente, recebeu o Prêmio de Design Nacional de 2006, concedido pelo Museu Nacional de Design NCooper-Hewitt, do Smithsonian.

 

 

produtos

. herman miller

Em 1964, com apenas 20 anos de idade, Burkhardt Leitner fundou a sua primeira empresa. Passados 40 anos, ele criou um nome que é sinônimo de sistemas construtivos para feiras e exposições. Continuando a tradição da Bauhaus e da Escola de Ulm, ele criou os parâmetros para a estética funcional do design para feiras.

Possuindo uma curiosidade inesgotável, ele não apenas tem trabalhado em novos tipos de sistemas de arquitetura, como também tem se dedicado a promover o design internacional, sendo membro do júri do Mia-Seeger-Stiftung e do German Design Council, entre outros, no qual é o primeiro designer que representa o segmento de feiras e exposições.

Em 1993 fundou a Burkhardt Leitner constructiv no formato que possui hoje, com 30 profissionais qualificados dentre designers, planejadores, engenheiros, técnicos e staff comercial. Todos trabalham em equipes que se compõem segundo as características e necessidades dos projetos, privilegiando a comunicação para resolver problemas complexos com soluções simples. É através desta cooperação "construtiva" que a empresa alcançou o status de que goza atualmente.

A equipe de Burkhardt Leitner é a responsável pelo design dos produtos Clic e Pila Petite, produzidos, sob licença e com exclusividade no Brasil, pela Securit.

produtos

. pila office . clic office

Uma cadeira parecida com uma batata Chips. Outra semelhante uma "velha luva de jogador de baseball". Um biombo ondulante...

Com grande senso de aventura, Charles e Ray Eames transformaram sua curiosidade e entusiasmo ilimitados em criações que fizeram deles uma grande e verdadeira equipe de design formada por marido e mulher. Sua sinergia única resultou em um estilo completamente novo de mobília. Fina e moderna. Divertida e funcional. Lisa, sofisticada, e maravilhosamente simples. Esse era e ainda é o "estilo dos Eames”.

Esse estilo e sua relação com a Herman Miller começaram com cadeiras moldadas em compensado no final dos anos 40 e inclui a mundialmente famosa Eames lounge chair, que agora pertence permanentemente à coleção do Museu de Arte Moderna de Nova York.

Charles e Ray alcançaram esse sucesso monumental ao abordar cada projeto da mesma maneira: Ele nos interessa e nos intriga? Podemos melhorá-lo? Vamos nos “divertir pra valer” ao fazê-lo?

Eles amavam seu trabalho, que era uma combinação de arte e ciência, design e arquitetura, produto e processo, estilo e função. "Os detalhes não são detalhes", dizia Charles. "Eles fazem o produto”.

Um criador de soluções que encorajava experimentos entre os membros de sua equipe, Charles disse certa vez que seu sonho era "ter pessoas trabalhando em projetos inúteis. Neles encontramos a origem de novos conceitos".

Seus próprios conceitos evoluíam com o tempo e não da noite para o dia. Conforme Charles observava o desenvolvimento das cadeiras Molded Plywood, "Sim, foi um lampejo de inspiração", dizia, "um lampejo que durou 30 anos".

Com estes dois, uma coisa sempre parecia levar à outra. Seu trabalho revolucionário com compensado moldado os conduziu para um trabalho ainda mais inovador com cadeiras em fibra de vidro moldadas. Foi o concurso de uma revista que os levou a esse “Estudo de Caso” altamente inovador para seu público. Sua paixão por fotografia levou à produção de filmes, incluindo uma exibição em sete telas imensas na Feira Mundial de Moscou em 1959, no interior de um domo projetado por seu amigo e colega, Buckminster Fuller.

O design gráfico levou ao design de show rooms, coleções de miniaturas e criação de miniaturas. E um aparelho para apoio feito de madeira, montado provisoriamente por seu amigo, o diretor Billy Wilder para tirar cochilos, levou ao desenvolvimento de seu aclamado design de espreguiçadeira.

Um crítico de design disse certa vez que este extraordinário casal "só queria fazer do mundo um lugar melhor”. Isso eles fizeram. E também o tornaram muito mais interessante.

 

 

produtos

. eames aluminium

O designer inglês Christopher Sykes possui um escritório especializado em design de mobiliário corporativo, com sede na Austrália, e é responsável por produtos de sucesso mundial como as linhas Element e Network.

Graduado pelo Royal College of Arts, em vez de simplesmente criar peças de design, desenvolveu um conceito de sistemas de mobiliário holísticos, com componentes adaptáveis que auxiliam na vida, na flexibilidade e na facilidade de utilização do produto.

É considerado um revolucionário do design, pois, com idéias simples criou novos conceitos que romperam fronteiras do pensamento convencional.

Especialmente com o sistema Element, ele foi capaz de unir a sua experiência de mais de duas décadas com métodos não convencionais para criar o que é hoje considerado o sistema mais flexível e mais compatível com os avanços tecnológicos no mundo.

Chris Sykes continua causando enorme impacto no universo do mobiliário com idéias e designs inovadores.

Produtos fabricados sob licença e com exclusividade na Securit: Element, Network, Casewall, Gaveteiros, Lynx, Stand 50, Stand 25 e Alfa 4.

 

 

Nascido em Los Angeles em 1924, David Rowland estudou na Academia de Arte de Cranbrook e trabalhou com consagrados designers europeus e americanos desde o início da sua carreira. Esta combinação permitiu que ele desenvolvesse um estilo único, sofisticado que reúne a avant-garde do design europeu com o know-how técnico dos americanos.

Tornou-se um dos mais importantes designers de cadeiras, sendo a linha 40/4 sua marca registrada, uma das mais famosas e funcionais cadeiras do século XX. É uma cadeira super compacta, confortável, versátil que se transformou em um clássico do design internacional, premiado no mundo inteiro. Lançada em 1964, ganhou no ano seguinte o prestigioso Prêmio da Trienal de Milão. Hoje faz parte da coleção permanente de Museus como o Palais du Louvre em Paris e o Metropolitan Museum of Art em Nova York, pela simples razão de ser excepcional em todos os aspectos.

A 40/4 possui o diferencial de um carrinho no qual podem ser empilhadas 40 cadeiras em uma altura de 1,20m. É ideal para escolas, escritórios, salas de conferência, de reunião, restaurantes, órgãos públicos, dentre outros. Há mais de 20 anos, a cadeira 40/4 é produzida com exclusividade no Brasil pela Securit.

 

 

produtos

. 40/4

Don Chadwick não é um daqueles designers que dizem que seu estúdio "verdadeiro" está em sua mente. O estúdio verdadeiro de Chadwick é em Santa Monica, e ele prefere chamá-lo de "laboratório experimental". "Estamos prontos para sujar as mãos e correr riscos", diz ele.

A aparelhagem de seu laboratório inclui serras e rebolos, tornos, furadeiras e bancadas, em vez de maquinaria controlada por computador. Ele admite que a tecnologia de computadores é ótima para algumas coisas, mas ao ouvir alguém sugerir que uma nova cadeira poderia ter sido projetada com a mesma eficiência pelo computador, ele responde educadamente: "Você enlouqueceu!"

"A única forma de garantir que uma cadeira seja confortável é realmente sentar-se nela e ir fazendo alterações", diz Chadwick. "Um computador não pode lidar com as sutilezas do design de cadeiras. As boas cadeiras são muito complexas".

Muito complexas? Sim, e não apenas para os computadores.

"A maioria dos designers industriais não leva o design de móveis a sério", diz ele. "Eles não são treinados para chegar a esse nível de detalhes. É muito pessoal, muito parecido com uma cirurgia. Além disso, você precisa estar apaixonado por esse tipo de trabalho".

O amor de Chadwick pelo design de móveis remonta à sua infância, quando seu avô, fabricante de armários, o ensinou a usar as ferramentas da profissão, ferramentas manuais que exigiam perícia, precisão e paciência. Mais tarde, ao contrário dos outros alunos de design industrial da UCLA, em meados dos anos 50, ele concentrou-se nos móveis. Após ouvir uma palestra de Charles e Ray Eames lá, Chadwick ficou convencido: os móveis ofereciam aos designers, mesmo aos designers industriais, a oportunidade de usar materiais de maneiras inovadoras e de fazer uma "diferença real" nas vidas das pessoas.

Ele atribui pelo menos parte de seu otimismo à "despreocupação de Los Angeles", que ele experimentou como residente de longa data do sul da Califórnia. "Lá há menos medo de falhar e, assim, as pessoas estão mais propensas a assumir riscos. É um solo fértil para a inovação".

Há mais de duas décadas Chadwick tem tido um parceiro em despreocupação. "A Herman Miller não tem medo de arriscar novas idéias. Por esse motivo, a companhia tem tido tanto sucesso há tanto tempo, e esse é um motivo pelo qual é desafiador trabalhar para ela".

A conexão Santa Monica-Zeeland continua, e o laboratório experimental gira ao som de lixadeiras de esteira e serras mecânicas. Afinal de contas, é isso que os verdadeiros estúdios de design fazem.

 

 

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. herman miller

Jeff Weber é um homem tranqüilo, tão discreto, modesto e despretensioso quando seria esperado de alguém nascido em Blue Earth, Minnesota. O solo de lá é tão rico que as pessoas dizem que ele é azul, e esse solo também foi fértil para a mente curiosa do jovem Jeff.

"Quando criança, eu me interessava muito pelo modo como as coisas funcionavam mecanicamente", ele relembra. "Estava sempre mexendo em tudo, criando ou despedaçando coisas."

Ele também passava boa parte do tempo com seu avô, um excêntrico diretor de arte de uma agência publicitária, cuja rebeldia, bem como seus gostos refinados, causaram uma impressão duradoura. Foi seu avô quem lhe falou pela primeira vez sobre o campo do design industrial.

Depois que Weber aprendeu mais, "eu realmente nem pensava em fazer outra coisa", declara. "Em termos criativos, esse era um bom nicho para mim."

Sem dúvida, essa curiosidade inata que tinha quando menino transformou-se em uma paixão avassaladora por encontrar melhores maneiras de fazer as coisas como designer. Seus interesses variam dos "veículos movidos a força humana", ou seja bicicletas, até sistemas de purificação de água e móveis em sistemas. "Estou sempre fascinado pelo design e pelo modo como ele afeta as pessoas", diz Weber. "Ele está sempre comigo."

Ele gosta particularmente do estágio de desenvolvimento do conceito: entender o problema e criar uma solução. "A minha parte favorita é quando a lâmpada acende", ele acrescenta. "Fico muito ansioso para produzir algo físico, seja uma maquete rápida ou apenas um desenho para análise."

Weber atribui o amor pelo design de móveis ao seu trabalho com Bill Stumpf, designer da Herman Miller há 25 anos. "Bill tem muito conhecimento e entusiasmo. Estou sempre aprendendo com ele."

Foi seu cargo na empresa de Stumpf em Minneapolis, agora a Stumpf, Weber + Associates, que levou Weber a se associar à Herman Miller. Como designer principal da série de assentos Caper, o objetivo de Weber foi tornar as cadeiras não apenas funcionais e confortáveis, mas também acessíveis. "Com freqüência o bom design é caro", ele diz. "Eu quis destruir esse clichê."

O conhecimento que Weber adquiriu no setor de fornecimento de móveis alimentou sua busca atual por designs mais cuidadosos para móveis residenciais. "Eu gostaria realmente de pegar o que aprendi sobre coisas como conforto ao sentar e aplicar a mesma tecnologia aos móveis residenciais", diz ele. "Vivemos de forma tão diferente de como vivíamos há vinte anos que precisamos abordar essas mudanças."

 

 

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. embody . caper

Aos 12 anos, Jerome Caruso descobriu sua carreira quando um amigo de seu pai o apresentou ao design industrial. Nessa mesma época, ele ouviu falar de um concurso da General Motors para a criação de conceitos futuristas para carros. "Trabalhei no porão todos os dias após a escola durante meses", lembra-se Caruso, "desenvolvendo um modelo em argila do carro, transferindo o desenho para um bloco de madeira e esculpindo à mão. Foi nessa época que descobri o que queria fazer, particularmente depois de ganhar um prêmio".

Caruso refinou suas sensibilidades de design na Europa, nos anos 60. Enquanto cursava a Universidade de Copenhagen, ele também trabalhava no principal escritório de design da cidade. "Houve uma aproximação sensível com o design europeu que deixou uma impressão marcante em mim", relembra.

Decidido a seguir esse caminho sozinho, ele fez uma série de projetos na Escandinávia. Com 26 anos, abriu um escritório em Bruxelas, com clientes na Bélgica, Inglaterra, França e Alemanha. Mais tarde, voltou aos EUA e novamente estabeleceu um estúdio sozinho. Seus diversos projetos variavam de liderar a entrada da Motorola na fabricação de módulos de visores LCD, até a criação e engenharia da primeira cadeira empilhável com produção totalmente mecanizada para o mercado de fornecedores de móveis dos EUA (a cadeira agora faz parte da coleção de Artes Americanas do Instituto de Arte de Chicago).

Caruso é mais conhecido como o primeiro e único designer da Sub-Zero há mais de 20 anos, responsável por toda a linha de sofisticados ícones da refrigeração e líder do setor em inovações, incluindo as unidades climatizadas para armazenamento de vinhos. Ele inventou o revolucionário sistema de gaveta e gabinete da Sub-Zero, indicado como um dos 10 melhores produtos de 1995 pela revista Time. Em 2002, para a inauguraçãoda Wolf (parceira corporativa da Sub-Zero), ele criou 25 novos aparelhos para cozinha no prazo de 18 meses.

Com mais de 75 patentes de design em seu nome, Caruso assume uma abordagem prática e gosta de fazer tudo: conceitos, desenhos, protótipos e engenharia. "Quanto maior o desafio, mais divertido é descobrir a solução", ele diz. Mais especialmente, as cadeiras o intrigam, e lembra-se perfeitamente bem do desafio que foi a Reaction, a premiada cadeira de alto desempenho da Herman Miller, que criou com seu filho Steven.

Mas ele diz sorrindo que a cadeira Celle da Herman Miller foi o "Monte Everest da diversão. No início, imaginei uma superfície "inteligente", de alta engenharia, que pudesse ser o ponto máximo do conforto. Imaginei centenas de minúsculas "células", cada uma consistindo em uma almofada com voltas do tipo mola que suportariam e responderiam às diferentes áreas anatômicas." Após anos de desenvolvimento e experiência, a cadeira Celle segue de perto o conceito original.

Hoje, em seu espaçoso e claro estúdio em Lake Forest, Illinois, Caruso continua gostando do processo de design tanto quanto gostava quando o descobriu. "Meu objetivo sempre foi reunir função e arte nos produtos que têm desempenho excepcional e ótima aparência", ele diz.

 

 

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. celle

A marca Boffi, internacionalmente conhecida e símbolo de cozinha de altíssimo padrão, faz parte da existência de Pier Ugo Boffi que, em conjunto com seus dois irmãos, Dino e Paolo levaram a cozinha à excelência do design.

Responsável pela engenharia de produção da empresa Boffi até 1986 e, em conjunto com os melhores designers italianos, fez parte ativa  de todos os desenvolvimentos das cozinhas Boffi.

Até 1990, prestou assistência à Securit, outrora licenciada pela empresa Boffi e colaborou intensamente no projeto da  cozinha PUB’s e  na volta da Securit ao segmento residencial, no ano de 2009.

 

 

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. pub's

Quando Burkhard Schmitz, Claudia Plikat, Nicolai Neubert e Carola Zwick fundaram a Studio 7.5 em Berlim, Alemanha, procuravam liberdade para trabalhar em projetos que os interessassem, livres de regras, funções e cargos.

Desde então, operam dessa forma. "Aqui não há chefes", diz o grupo, que agora também inclui Roland, irmão de Carola. Preferindo ser ouvidos como uma única voz, eles continuam: "Todos fazem tudo. É assim que cultivamos idéias e mantemos nossa curiosidade e abertura".

Quando começaram a parceria em 1992, logo após a unificação da Alemanha, era extremamente difícil encontrar espaço de escritório para alugar em Berlim e, assim, eles pensaram em adotar outra rota mais livre: alugar um caminhão de 7,5 toneladas que não exigia permissão especial para condução. "Pensamos em colocar nossa loja modelo dentro dele e dirigir de um local a outro", explicam. Daí veio o nome de "Studio 7.5". Embora não tenham realmente concretizado a idéia – conseguiram alugar um espaço para o escritório – o nome permaneceu.

Ao criar produtos para os clientes, a Studio 7.5 move-se de forma rápida e inteligente também, progredindo do estágio de conceito à oficina de modelos, às vezes em questão de um ou dois dias, onde começam a criar protótipos aproximados da "coisa", seja lá o que for.

E como crianças que ganharam um monte de argila, essa é atividade preferida.

"Você precisa realmente trabalhar em três dimensões ao criar produtos", eles dizem, "para que não gaste muito tempo em conversões complicadas. Os desenhos no computador simplesmente não dão o sentido, o toque ou o cheiro".

E quando surgem discordâncias, como certamente devem surgir em tal empreendimento de colaboração, quem tem a palavra final? "Discutimos a questão e sempre tentamos deixar que a melhor idéia vença", explicam. "Pode parecer complicado com quatro ou cinco pessoas, mas se tivermos duas pessoas em uma discussão, as outras podem ser os juízes e dizer: "Sabe eu acho que ela tem razão", ou "Eu acho que ele está certo". Assim, na verdade fica mais fácil, porque você tem mais opiniões".

Uma coisa com que todos concordam: eles adoram criar móveis. "O mais interessante de criar móveis, em vez de um gravador, por exemplo, é que o designer que cria o gravador vem por último na cadeia de comando. Ele só do embelezamento ou da embalagem. Com os móveis, tudo é muito mais holístico".

Eles acham que as cadeiras de escritório são mais gratificantes. "Definimos não apenas a aparência de uma cadeira, mas o seu desempenho, e até as características da inclinação. Nós nos envolvemos muito com seu comportamento físico, porque beleza não é apenas o que vemos, ela é também aquilo que sentimos".

A alegria que o grupo tem com seu trabalho é óbvia. Como Burkhard, Nicolai e Carola, que também são professores universitários, dizem a seus alunos: "Se você quer enriquecer, vá trabalhar em um banco. Se deseja ser famoso, vá roubar o banco. Mas se criar coisas o diverte, torne-se um designer, e será um rei. É a melhor profissão do mundo".

Principalmente quando temos liberdade de fazer as coisas do nosso jeito.

 

 

produtos

. mirra

Yves Béhar é um pensador. E algo em que ele pensa bastante é o futuro. Pode-se observar isso em seus designs: do laptop vermelho brilhante, criado para a Toshiba, dos elegantes calçados Footprints, para a Birkenstock, até o sofisticado fone de ouvido para celulares, Aliph Jawbone. "Para mim, o objetivo do design não é apenas revelar o futuro, mas trazer o futuro até nós", afirma.

Fundador da fuseproject ("dedicada à experiência emocional das marcas por meio da narração"), Béhar explora o mundo do design desde sua infância na Suíça. "Na Europa, é natural avaliar os objetos com base em sua funcionalidade e aparência", explica.

Béhar cresceu em um lar bicultural, influenciado pela mãe alemã oriental e pelo pai turco. "Um é funcional e modernista e o outro, expressivo e poético", conta. "Procuro sempre reunir os dois em meus projetos".

Para um designer relativamente jovem, sua carreira é notável. Formado pelo Art Centre College of Design, começou trabalhando com clientes de alta tecnologia do Vale do Silício, como a Apple e a Hewlett Packard. Mais tarde, migrou para as áreas esportiva, de vestuário, tecnologia e móveis.

Um dos inúmeros artigos de revista escritos sobre Béhar o chamou de "o designer multidisciplinar de nosso tempo". Sua extensa lista de prêmios inclui o conceituado National Design Award do Cooper Hewitt Smithsonian National Design Museum, onde seu trabalho faz parte da coleção permanente.

Em 2004, teve duas mostras exclusivas, uma no San Francisco Museum of Modern Art e a outra no Musée de Design et D-arts Appliques Contemporains em Lausane, Suíça.

"Quando trabalho com os clientes, minha filosofia é criar um elo emocional por meio de idéias e conteúdo, em vez de estilo", diz Béhar. "Não é uma questão de escolher esta ou aquela estética, e sim um diálogo significativo em que as pessoas chegam a um consenso em termos de abordagem e orientação".Sua colaboração com a Herman Miller surgiu de um diálogo desse tipo. Sendo um admirador de Charles e Ray Eames, Béhar decidiu que desejava fazer algo para a empresa. "O design está bem no centro da cultura da Herman Miller", afirma. "Assim, um dia peguei o telefone, liguei para eles e disse: “Vamos fazer alguma coisa juntos".

Ambos os lados não perderam tempo e passaram as idéias para a prancheta. Alguns anos depois, a Herman Miller lançou seus dois novos e brilhantes produtos de iluminação, Leaf e Ardea.

Dada a ampla variedade de produtos com os quais trabalha, parece que Behar poderia ter tido dificuldades para deixar de pensar em design. "Nem um pouco", diz. Eu tenho muitos interesses que me mantêm equilibrado. Por exemplo, adoro surf, windsurf e snowboarding. Assim, passo muito tempo também no mundo natural".

Quanto ao futuro, Béhar afirma estar muito feliz com a criação de produtos para empresas que "busquem inovação, mudança e transformação. Fico sempre entusiasmado ao trabalhar com quem deseja avançar em direção ao futuro e à próxima geração".

Tudo indica que este é o homem capaz de ajudá-los nessa tarefa.

 

 

 

produtos

Parque Fabril

Com uma cultura empresarial diferenciada, a Securit é uma empresa orientada para a tecnologia e qualidade e a sua fábrica, localizada em Guarulhos - SP, traduz na prática estes conceitos.

São 250 empregados, 25.000 m2 de área construída em 100.000 m2 de terreno. Com tecnologia constantemente atualizada, conta com uma equipe de Pesquisa e Desenvolvimento de Produto alinhada com as tendências mundiais de desenvolvimento de mobiliário e com mão-de-obra altamente especializada.

A Synthesis é a empresa responsável pela produção dos sistemas de mobiliário para escritório, painéis, mesas, armário e arquivos da marca Securit, e três outras empresas completam o grupo: Residence, responsável pela comercialização da linha residencial, Tecnogeral, responsável pelo comercialização da marca para clientes específicos e Interni, responsável pelos serviços de instalação e de assistência técnica.

Investindo constantemente no aperfeiçoamento de seus produtos e no lançamento de novos, a Securit visa oferecer a seus clientes o que há de melhor em mobiliário, levando em conta não apenas os padrões vigentes no País, mas também as normas nacionais e internacionais de qualidade, segurança e ergonomia.

Showroom

A Securit convida clientes, arquitetos, fornecedores e parceiros a visitar o nosso Show Room, com as suas principais linhas para ambiente corporativo e residencial.

Ficha Técnica 
Projeto Arquitetura: Arq. Marcelo Couto 
Iluminação: Gustavo Franco (Franco & Fortes)
Identidade Visual: João Carlos Cauduro (Cauduro & Associados)
Design Gráfico / Texturas: Carine Canavesi (Canavesi Design) 
Website: Gustavo Figueiredo (zinga)

Horários de funcionamento
Segundas a Sextas das 09:00 às 19:00h
Aos sábados sob agendamento

Rua Melo Alves,184, São Paulo.

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